terça-feira, 5 de novembro de 2024

O Drama do Imperatrizense

Trecho de uma Rua na Nova Imperatriz


Eis o drama do imperatrizense se no inverno ele precisa lidar com as crateras, os buracos e a lama no verão precisa sobreviver e escapar do calor já praticamente causticante por essas bandas de cá do outrora ainda úmido. Se em Imperatriz ainda chovesse como nos anos 1980 a cidade praticamente não teria mais nenhum tipo de camada asfáltica. 


Infelizmente essa realidade parece que não muda mesmo o que se pode perceber é que entra a gestão, isso aí já estão de a infraestrutura da cidade ainda continua claudicante é uma coisa tão básica que é justamente a pavimentação urbana.

 



O que posso dizer é verificar como cidadão que vive aqui há mais de 40 anos é a falta de uma política pública da manutenção da infraestrutura sem contar que após a promulgação do status da cidade e pela atriz ainda não viu de fato de direito se colocar em prática aspectos básicos do direito humanitário como acesso por exemplo ao esgoto canalizado e é o acesso da água potável que se constituem direitos básicos da população.

 


Aliás, tanto o esgoto canalizado como acessar água encanada se constituem direitos da segunda e da 4ª geração, Mas que infelizmente são violados justamente por essa falta de visão e de vantagem política para operacionalização desses direitos. Apesar disso o tema central desse texto não é este, mas sim o drama e anos após anos depois de tantas administrações pós promulgação da Constituição de 1988 na qual Imperatriz Se vê a partir do início da década de 1980, a construção de uma infraestrutura urbana e a com sua consequente decadência e descaso a partir dos anos 2000, refletindo justamente essa falta de continuidade em relação ao gerenciamento da infraestrutura da cidade.