
Eis o drama do imperatrizense se no inverno ele precisa
lidar com as crateras, os buracos e a lama no verão precisa sobreviver e
escapar do calor já praticamente causticante por essas bandas de cá do outrora
ainda úmido. Se em Imperatriz ainda chovesse como nos anos 1980 a cidade
praticamente não teria mais nenhum tipo de camada asfáltica.
Infelizmente essa realidade parece que não muda mesmo o que
se pode perceber é que entra a gestão, isso aí já estão de a infraestrutura da
cidade ainda continua claudicante é uma coisa tão básica que é justamente a
pavimentação urbana.
O que posso dizer é verificar como cidadão que vive aqui há
mais de 40 anos é a falta de uma política pública da manutenção da
infraestrutura sem contar que após a promulgação do status da cidade e pela
atriz ainda não viu de fato de direito se colocar em prática aspectos básicos
do direito humanitário como acesso por exemplo ao esgoto canalizado e é o
acesso da água potável que se constituem direitos básicos da população.
Aliás, tanto o esgoto canalizado como acessar água encanada
se constituem direitos da segunda e da 4ª geração, Mas que infelizmente são
violados justamente por essa falta de visão e de vantagem política para
operacionalização desses direitos. Apesar disso o tema central desse texto não
é este, mas sim o drama e anos após anos depois de tantas administrações pós promulgação
da Constituição de 1988 na qual Imperatriz Se vê a partir do início da década
de 1980, a construção de uma infraestrutura urbana e a com sua consequente
decadência e descaso a partir dos anos 2000, refletindo justamente essa falta
de continuidade em relação ao gerenciamento da infraestrutura da cidade.
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